Início / A Casa

O ofício, contado
por quem o pratica

Uma década e meia de cadeira, navalha e escuta. A história de como um ofício se transformou em casa.

Retrato do Misael — preto e branco
Misael

Comecei cortando
na cozinha de casa

Aos [XX] anos, uma máquina emprestada e o cabelo dos primos como laboratório. O que era brincadeira virou obsessão por acabamento — e a obsessão virou profissão.

Passei por barbearias de bairro, salões grandes e cursos com mestres do degradê no Brasil e fora. Cada etapa me deu uma peça: técnica, velocidade, escuta, e finalmente o entendimento de que o corte é só metade do serviço.

A outra metade é o tempo que você dedica a alguém. É por isso que esta casa atende por reserva: um cliente por vez, sem exceção.

— Misael, fundador

Trajetória

Uma linha construída
com paciência

20XX

Primeira máquina

Aprendizado informal, cortando amigos e família. A descoberta do acabamento como vício.

20XX

Primeiro emprego

Barbearia de bairro, doze cortes por dia. Aprendi velocidade — e o que não queria ser.

20XX

Especialização

Formações em degradê e barbearia clássica com referências nacionais e internacionais.

20XX

A casa própria

Abertura do espaço atual: atendimento por reserva, um cliente por vez, agenda enxuta.

20XX

Academy

Início da formação online. Mais de 500 barbeiros treinados em método e precificação.

Hoje

Padrão de atelier

Casa consolidada, agenda com lista de espera e um método que se ensina.

Princípios

Três regras que
não se negociam

I

Um cliente por vez

Nada de fila, nada de dois atendimentos sobrepostos. Seu horário é seu — inteiro.

II

Consulta antes da tesoura

Todo serviço começa com cinco minutos de conversa: rotina, formato de rosto, manutenção real.

III

Produto que honra o corte

Linha de autor, sem marca genérica. Se não usaria no meu cabelo, não entra na casa.

Detalhe — navalhas
Detalhe — cadeira
Detalhe — produtos
Detalhe — fachada

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